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Revista de Imprensa Lusófona de 12 de junho de 2019

No Brasil o “Estadão” destaca que o “Congresso aprova crédito suplementar de R$ 248,9 bilhões para o governo”. Já “O Globo” tem em manchete “Moro segue conselho de Alcolumbre e vai ao Senado na próxima semana”.

O “Jornal de Angola” avança que o “Tribunal nega alteração da medida de coação ao réu Augusto Tomás”, ex-ministro dos Transportes. Segundo o “Portal de Angola”, as “Organizações não governamentais angolanas queixam-se de dificuldades”.

“Jorge Bom Jesus a caminho de Roma, Itália, na apresentação do Plano Estratégico São-tomense”, partilha a “STP-Press”, agência de notícias de São Tomé e Príncipe.

Em Portugal o “Público” noticia que a “Cruz Vermelha quer arrendar sede para resolver problemas financeiros”. No “Jornal de Notícias” pode ler-se que os “Professores podem ter de devolver meses de salário”.

“Portugal e Cabo Verde unidos pela livre circulação esperam ‘boas notícias’ na CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa]”, refere “A Semana” em Cabo Verde. A “Inforpress” cita o MpD através do título “Atribuir pensão às vítimas de torturas e maus-tratos no período do partido único é um ‘gesto de justiça’”.

“PR [Presidente da República] exige que homens da Renamo parem de aterrorizar população”, de acordo com a “Folha de Maputo”, em Moçambique. O “MMO” publica “CIP [Centro de Integridade Pública] denuncia manipulação: Mais 370 mil votos para candidato da FRELIMO”.

Sobre Timor-Leste o “Sapo Notícias” menciona que a “Fretilin reafirma que continuará na oposição”. A “RTTL” avança que a “Fretilin apoia CNRT [Congresso Nacional para a Reconstrução de Timor-Leste] na criação de uma comissão de inquérito parlamentar”.

Na Guiné-Bissau o presidente do Parlamento “Cipriano Cassamá diz que Presidente JOMAV [José Mário Vaz] não deve agir como líder partidário”, escreve “O Democrata”.

A página web institucional da Guiné Equatorial divulga que o “Fundo Fiduciário de Solidariedade Africana recolhe 17 milhões de dólares”. Segundo o “Diario Rombe”, o “Governo investiga o embaixador Ndong Mba sobre custo inicial da sede diplomática”.

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